Sussurro-me verdades, esporadicamente, mas de um modo covarde, doentio; repito-as e perpetuo-as no meu silêncio, ainda assim sem lhes dar a devida atenção. Atraso-me em mim, desconfiguro-me, abafo-me, nego-me. E deixo-as a vagar no meu ser, preenchendo-me, corroendo-me, escondendo-me.
Ólafur Arnalds – Ágúst.mp3
“How many roads must a man go down before they can call him a man?”
